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05/02/2012

Gráficos ainda são referência em jogos?

O que define um game?
































Quanto a qualidade gráfica de um jogo representa? A despeito do áudio, da jogabilidade e do bom humor... Qual é, o peso que um espetáculo visual tem na hora de formar um jogo?


Talvez o caminho mais rápido e fácil é de simplesmente desmerecer os belos polígonos que constituem os jogos modernos; a fim de chamar a atenção para um discurso que, hoje, já é senso-comum: “o que importa mesmo é a qualidade da experiência de um jogo”.


Mas é possível ir mais longe. Há quem diga, que jogos mais abstratos representam um apelo para a imaginação dos jogadores — mais ou menos como a diferença entre ler um bom livro e assistir a um filme. Deve existir algum mérito na capacidade de enxergar? Ás vezes em alguns poucos quadradinhos, toda uma realidade futurista.


Entretanto, parece que mesmo a porção mais “cult” da indústria do entretenimento eletrônico teve que aprender a “enxergar” que, de fato, os gráficos hoje em dia têm um peso muito maior do que já tiveram um dia.






Mesmo sem apostar em uma realidade em que “bons jogos” sejam “jogos com bons gráficos”, é impossível descartar a importância das modernas tecnologias para o atual estágio de desenvolvimento dos games. Mesmo o mais cético dos jogadores teria dificuldades para fingir indiferença diante de jogos mais belos e realistas da atual geração. Como Heavy Rain ou, Battlefield 3 trazem consigo o apelo imediato aos nossos sentidos.


As possibilidades trazidas pelas novas tecnologias gráficas foram capazes de ampliar o mercado atual de games de uma forma que teria sido impossível há alguns anos. “Você deve ignorar a sua descrença e estar disposto a entrar nesse mundo”.


Entretanto, há quem aposte que essa hegemonia  deve sofrer algumas mudanças durante as próximas gerações. Afinal, quem não se surpreendeu com o sucesso esmagador do Nintendo Wii — talvez não o melhor “video game” para alguns críticos... Mas certamente um dos melhores produtos trazidos pelo entretenimento eletrônico em vários anos, conforme vários números deixaram claro durante muito tempo.


O futuro não deve ser ditado por tecnologias de ponta, mas sim por experiências únicas”. Enfim, talvez o futuro esteja em algum lugar entre os belos gráficos e o chacoalhar em frente a sensores de movimento... Façam suas apostas!!!

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